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Hebe Camargo recusou oferta de programa vespertino na Globo, conta Artur Xexéo

por Jovem Pan, . - Atualizado em

Artur Xexéo participa do Pânico; veja fotos

Artur Xexéo contou detalhes da biografia que escreveu sobre a vida de Hebe Camargo

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Artur Xexéo contou detalhes da biografia que escreveu sobre a vida de Hebe Camargo

Artur Xexéo no Pânico

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Artur Xexéo no Pânico

Artur Xexéo no Pânico

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Artur Xexéo no Pânico

Artur Xexéo no Pânico

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Artur Xexéo no Pânico

Artur Xexéo no Pânico

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Artur Xexéo no Pânico

Artur Xexéo contou detalhes da biografia que escreveu sobre a vida de Hebe Camargo
Artur Xexéo no Pânico
Artur Xexéo no Pânico
Artur Xexéo no Pânico
Artur Xexéo no Pânico

“Rainha da TV brasileira”, Hebe Camargo passou pelas principais emissoras do País, mas nunca levou seu famoso sofá para a Globo. Artur Xexéo, responsável por escrever a biografia da apresentadora, contou no Pânico na Rádio desta terça-feira (6) que Hebe não foi para a emissora por escolha. Ela foi convidada pela Globo, mas recusou a oferta.

“Todo mundo gostava da Hebe. Ela negociou com a Globo, mas a emissora queria ela no sábado vespertino em um programa gravado e ela não se interessou”, contou Xexéo. “Hebe gostava do auditório, ela precisava dele para ver a reação”, completou.

Hebe encerrou a carreira na RedeTV antes de morrer, em dezembro de 2012, mas conforme contou o jornalista, ela já estava negociando seu retorno para o SBT. “Quando Hebe saiu da RedeTV, ela ficou sem emprego e morreu 3 meses depois. Nesse período, o Silvio [Santos] a convidou para voltar ao SBT. Ela morreu achando que ia voltar à emissora, ela morreu feliz”, falou.

Foi nesse momento, quando Silvio Santos convidou Hebe para voltar ao SBT, que a apresentadora deixou para trás a mágoa que guardava por ter deixado a emissora em 2010. Apesar da intimidade que Silvio e Hebe pareciam ter, Xexéo disse acreditar que a relação dos dois não era assim.

“Acho que Silvio e Hebe não tinham um relacionamento próximo. Não dá para dizer que eles eram amigos”, falou. Ainda assim, o respeito que eles mantinham um pelo outro era inegável.

Cinco anos depois da morte de Hebe, a TV brasileira ainda não conseguiu encontrar alguém que fizesse o mesmo que a apresentadora. Para Xexéo, a explicação é simples: “não foi o formato [do programa] que morreu, mas a Hebe fez de maneira bem-sucedida e não encontraram uma substituta para ela”.

A naturalidade com que a apresentadora comandava o programa era a chave de seu sucesso. “A espontaneidade que ela conseguia passar pro espectador... todos se sentiam íntimos dela”, falou ao dizer que esse foi o maior desafio da biografia de Hebe.

“Minha maior preocupação quando fui escrever o livro foi: ‘o que vou contar que alguém já não saiba sobre ela?’. A Hebe contava tudo o que acontecia na vida dela na televisão, ela não foi uma mulher de segredos”, revelou.

Ainda assim, Xexéo, com a ajuda da família de Hebe, conseguiu reviver a memória da apresentadora em “Hebe – A Biografia”. Esse foi apenas o 1º projeto sobre a vida da “rainha da TV brasileira”, que ainda será adaptado para um musical de teatro, uma exposição, um documentário e um filme de ficção.


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